domingo, 27 de outubro de 2013
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
sombria e muda
Que chegue o amor com vago intento
As dores de sua consequência, sejam
do vento
Fique o amor como, mormaço, abraço
Como centro de mim, não se afaste
Que tome meus beijos nessa chegada
Que de mim seja a mordaça
Que me cale o corpo em brasa
Sombria e muda, morena senhora de vis
intentos
Que chegue o amor desnudando quimeras
Aquecendo o lado da alma,sendo como o
mar e o céu
Suas estrelas nunca sepulte
sulla fagundes
As dores de sua consequência, sejam
do vento
Fique o amor como, mormaço, abraço
Como centro de mim, não se afaste
Que tome meus beijos nessa chegada
Que de mim seja a mordaça
Que me cale o corpo em brasa
Sombria e muda, morena senhora de vis
intentos
Que chegue o amor desnudando quimeras
Aquecendo o lado da alma,sendo como o
mar e o céu
Suas estrelas nunca sepulte
sulla fagundes
Solto meus cabelos
Penso nas palavras
Voam as borboletas
Conto as silabas nas
frases
Cintilam as estrelas
nas madrugadas
Faço um conto que nem
sinto
Sol brando se foi com
a primavera
Meu verão e os temporais
presumem-me
Vejo a frente pelejas
Sou delas o que mais gosto
O sal da terra e as águas
lavam
A vida sempre ressurge
E eu conto um pouco de mim
Tenho presságios
Sinto elementos ,grafitados ,
em meus muros
Sou os passos que dei
Desenho onde estive, com o
mesmo lápis
Nada apago na longa memória
sulla fagundes
Opaco
OPACO
Olhar para céu e nadar
Subir em um dia claro ou na
vermelhidão sangrenta
Em uma nuvem que passe ou
se presuma
Um sonho de paz, lagrimejado
suplicando no infinito surdo
Que parem, endureçam emudeçam
Calar o coração, a dor do assistir
passivo
Mãos atadas, gritos surdos
Forças que imobilizam
Orquestra que substima o
músico
A corda que roe quaisquer segurança
O artista que cambaleia no tramular
das bandeiras
Um risco de morte !
Viver castrado de sonhos
Não é vida, é sobrevivência sem olhar
nos espelhos
No espelho de sua conscinêcia
E se enchergar, desnudo , no fundo dos
olhos
Dos desafortunados ,de tudo
Sonhar, lutar e construir o mundo, com
tintas sem pinceis
É mergulhar-se por inteiro, nos
tinteiros
Numa imensa aquarela
E rolar colorindo o opaco das indiferenças
sulla fagundes
Olhar para céu e nadar
Subir em um dia claro ou na
vermelhidão sangrenta
Em uma nuvem que passe ou
se presuma
Um sonho de paz, lagrimejado
suplicando no infinito surdo
Que parem, endureçam emudeçam
Calar o coração, a dor do assistir
passivo
Mãos atadas, gritos surdos
Forças que imobilizam
Orquestra que substima o
músico
A corda que roe quaisquer segurança
O artista que cambaleia no tramular
das bandeiras
Um risco de morte !
Viver castrado de sonhos
Não é vida, é sobrevivência sem olhar
nos espelhos
No espelho de sua conscinêcia
E se enchergar, desnudo , no fundo dos
olhos
Dos desafortunados ,de tudo
Sonhar, lutar e construir o mundo, com
tintas sem pinceis
É mergulhar-se por inteiro, nos
tinteiros
Numa imensa aquarela
E rolar colorindo o opaco das indiferenças
sulla fagundes
Um dia lendo um livro
Um dia lendo um livro
Minha sede abrasou-se
Em tua ausência constante dos dias
Quando nada me senti, e o medo de
desmoronar, fora a estaca a qual
fora fincada no chão de estrelas
Meu mundo eras, naquela hora ao relento
E o nada não se deseja como abrigo
Era mentira tudo que pensei que havia
como representação de equilíbrio
Não fora nada quanto mais tua vida,
como dizias
Via passar pelas noites toda poesia
dedicada a um passado, que em
delírio, inventavas
Quem sente muito, cala; e o silencio?
Fica sem alma nem fala,surdo sem tato
Completamente sem sentido,se revela
Quem sabe a sorte de estar plena, e
em delírio desatento
Quando mais eu lia maias grafitada estava
em ti
E nesse silêncio mortal, imoral minha flor
onde minhas borboletas sei, a beijam
Flor de cantar bem longe , tão longe daqui
Possa eu novamente crer, que o amor foi
feito também para mim
sulla fagundes
Minha sede abrasou-se
Em tua ausência constante dos dias
Quando nada me senti, e o medo de
desmoronar, fora a estaca a qual
fora fincada no chão de estrelas
Meu mundo eras, naquela hora ao relento
E o nada não se deseja como abrigo
Era mentira tudo que pensei que havia
como representação de equilíbrio
Não fora nada quanto mais tua vida,
como dizias
Via passar pelas noites toda poesia
dedicada a um passado, que em
delírio, inventavas
Quem sente muito, cala; e o silencio?
Fica sem alma nem fala,surdo sem tato
Completamente sem sentido,se revela
Quem sabe a sorte de estar plena, e
em delírio desatento
Quando mais eu lia maias grafitada estava
em ti
E nesse silêncio mortal, imoral minha flor
onde minhas borboletas sei, a beijam
Flor de cantar bem longe , tão longe daqui
Possa eu novamente crer, que o amor foi
feito também para mim
sulla fagundes
Sonhos e sal
Sonhos e sal
Era o mar banhando meus pés
Como a lembrar aos meus passos
da tua chegada
Que não tarda a aquece-los
O mar e suas memórias puricas
Doces demais, pouco salgadas...
O mar revolto de felicidades no
ponto exato
Desenhou nas areias teu rosto em
escultura elevada
Estatica deitei-me ao teu lado na
areia quente
Amanheci ensopada de sonhos e sal
Entre sóis e quimeras o cherio em
rosas e maresias
Revivera eu num cochilo odores de
desse amor
Que me queima o corpo e as horas
sulla fagundes
Era o mar banhando meus pés
Como a lembrar aos meus passos
da tua chegada
Que não tarda a aquece-los
O mar e suas memórias puricas
Doces demais, pouco salgadas...
O mar revolto de felicidades no
ponto exato
Desenhou nas areias teu rosto em
escultura elevada
Estatica deitei-me ao teu lado na
areia quente
Amanheci ensopada de sonhos e sal
Entre sóis e quimeras o cherio em
rosas e maresias
Revivera eu num cochilo odores de
desse amor
Que me queima o corpo e as horas
sulla fagundes
Sem Rima
Sem Rima
Poesia chave da liberdade
Porta que abre ás fronteiras
Musicada ainda se canta
Arte de trocadilhos sãos
Encontro dos bons de alma
Poesia, onde se dribla o caos
Encarcera e confunde o carrasco
Nas estações de tempo e medida
É da poesia o resultado
Sintoniza
A poesia sincroniza a dança, os
passos de quem tem estrada, sem
estadia
Estremece as estruturas
E ainda não perde o foco maior
O amor em pleno encantamento
Desesperos de paixão a suar e soar
nos leitos
Poesia, encanto e delito arte dos
grandes resultados
sulla fagundes
Poesia chave da liberdade
Porta que abre ás fronteiras
Musicada ainda se canta
Arte de trocadilhos sãos
Encontro dos bons de alma
Poesia, onde se dribla o caos
Encarcera e confunde o carrasco
Nas estações de tempo e medida
É da poesia o resultado
Sintoniza
A poesia sincroniza a dança, os
passos de quem tem estrada, sem
estadia
Estremece as estruturas
E ainda não perde o foco maior
O amor em pleno encantamento
Desesperos de paixão a suar e soar
nos leitos
Poesia, encanto e delito arte dos
grandes resultados
sulla fagundes
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