Sonhos e sal
Era o mar banhando meus pés
Como a lembrar aos meus passos
da tua chegada
Que não tarda a aquece-los
O mar e suas memórias puricas
Doces demais, pouco salgadas...
O mar revolto de felicidades no
ponto exato
Desenhou nas areias teu rosto em
escultura elevada
Estatica deitei-me ao teu lado na
areia quente
Amanheci ensopada de sonhos e sal
Entre sóis e quimeras o cherio em
rosas e maresias
Revivera eu num cochilo odores de
desse amor
Que me queima o corpo e as horas
sulla fagundes
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
Sem Rima
Sem Rima
Poesia chave da liberdade
Porta que abre ás fronteiras
Musicada ainda se canta
Arte de trocadilhos sãos
Encontro dos bons de alma
Poesia, onde se dribla o caos
Encarcera e confunde o carrasco
Nas estações de tempo e medida
É da poesia o resultado
Sintoniza
A poesia sincroniza a dança, os
passos de quem tem estrada, sem
estadia
Estremece as estruturas
E ainda não perde o foco maior
O amor em pleno encantamento
Desesperos de paixão a suar e soar
nos leitos
Poesia, encanto e delito arte dos
grandes resultados
sulla fagundes
Poesia chave da liberdade
Porta que abre ás fronteiras
Musicada ainda se canta
Arte de trocadilhos sãos
Encontro dos bons de alma
Poesia, onde se dribla o caos
Encarcera e confunde o carrasco
Nas estações de tempo e medida
É da poesia o resultado
Sintoniza
A poesia sincroniza a dança, os
passos de quem tem estrada, sem
estadia
Estremece as estruturas
E ainda não perde o foco maior
O amor em pleno encantamento
Desesperos de paixão a suar e soar
nos leitos
Poesia, encanto e delito arte dos
grandes resultados
sulla fagundes
Amar sozinho
Amar sozinho
Não te amo assim cegamente
Te amo contemplando a alma
Te amo o que veste e despe
Sem escolha de hora ,no mundo
mudo, sem tempo
É quando mais te amo
Com a vil esperança que me
alcança e esmorece
Te amo, e, amaria com a força
do mesmo amor, que mereces
E mesmo que chegue quem sabe
a morte
Diria que te amo a face, que
sem saber, me completa
Não seria eu poeta, se soubesse
o inferno de amar sozinho
Moendo os descaminhos e como
burburinho
Arrancando os espinhos da mais
bela flor
Aquela clausura do poeta, que
entorpecido, declama que ama
Te amo em versos sem rimas, sou
eu ainda, que em um simples poema
me derramo e me detenho
sulla fagundes
Não te amo assim cegamente
Te amo contemplando a alma
Te amo o que veste e despe
Sem escolha de hora ,no mundo
mudo, sem tempo
É quando mais te amo
Com a vil esperança que me
alcança e esmorece
Te amo, e, amaria com a força
do mesmo amor, que mereces
E mesmo que chegue quem sabe
a morte
Diria que te amo a face, que
sem saber, me completa
Não seria eu poeta, se soubesse
o inferno de amar sozinho
Moendo os descaminhos e como
burburinho
Arrancando os espinhos da mais
bela flor
Aquela clausura do poeta, que
entorpecido, declama que ama
Te amo em versos sem rimas, sou
eu ainda, que em um simples poema
me derramo e me detenho
sulla fagundes
NA PRIMEIRA PESSOA DO MEU SINGULAR
NA PRIMEIRA PESSOA DO MEU SINGULAR
Tenho dias de reflexões
Dias de paz e serenidade
Tenho dias de buscas
Retalhação retratação
Tenho dias de juntar e dias
de espalhar
Tenho dias de cansaços ...
Tenho dias de euforias e dias
silêncios
Tenho dias meus e dias de todos
vocês
Tenho em mim uma vida cheia
de rebarbas
Tenho dias sangrentos e dias
chorados
Tenho dias guardos em mim que
não quero achar
Dias que me acho perdida ...
Dias perdidos na estrada
E tenho dias como hoje, que não
defino
sulla fagundes
Tenho dias de reflexões
Dias de paz e serenidade
Tenho dias de buscas
Retalhação retratação
Tenho dias de juntar e dias
de espalhar
Tenho dias de cansaços ...
Tenho dias de euforias e dias
silêncios
Tenho dias meus e dias de todos
vocês
Tenho em mim uma vida cheia
de rebarbas
Tenho dias sangrentos e dias
chorados
Tenho dias guardos em mim que
não quero achar
Dias que me acho perdida ...
Dias perdidos na estrada
E tenho dias como hoje, que não
defino
sulla fagundes
Sentimento perverso
Sentimento perverso
Tarde clara de menina
Um sonho de amarelinha
Singela no espampado
vestido
Olhos curiosos gulosos
de "sim'
Tantas fitas nos cabelos
Ornamento de tiara
Menina abelha da colmeia
Paixão do poeta
Canção do maestro maldito
Desarranjo da orquestra
Menina de olhos amendoados
Quem dera ter nascido dez
anos antes
Assim seria minha amada
E meus sentimentos coerentes
Meus versos cortantes
Meu poema maldito delito
Seria meu soneto cortês
sulla fagundes
Tarde clara de menina
Um sonho de amarelinha
Singela no espampado
vestido
Olhos curiosos gulosos
de "sim'
Tantas fitas nos cabelos
Ornamento de tiara
Menina abelha da colmeia
Paixão do poeta
Canção do maestro maldito
Desarranjo da orquestra
Menina de olhos amendoados
Quem dera ter nascido dez
anos antes
Assim seria minha amada
E meus sentimentos coerentes
Meus versos cortantes
Meu poema maldito delito
Seria meu soneto cortês
sulla fagundes
Escrevo
Escrevo
Eu escrevo nas paredes
No casulo, nos confinamentos
Nas minhas mãos nos meus pés
Escrevo nas imagens do dia
Na calada da noite, escrevo
Escrevo nas distancias ...
Nas incoerências ...
Escrevo nas adversidades ...
Escrevo para você que não lê
Cativa das lembranças, empresto
as linhas
Eu escrevo na primeira pessoa
No meu singular, escrevo
Escrevo nos muros para os cegos
Descrevo a sexualidade dos anjos
Escrevo no desarranjo de ser gente
Na hipocrisia da tua mente doente
Para ti que não me aceita
Não aceita o mundo que te suporta
Escrevo para um monte de pele, que
ocupa espaço
E, chora suas indiferenças
Eu escrevo no espaço, que me cabe
Nas memórias da minha história
Escrevo nas solas dos meus sapatos
E caminho deixando minhas marcas
sulla fagundes
Eu escrevo nas paredes
No casulo, nos confinamentos
Nas minhas mãos nos meus pés
Escrevo nas imagens do dia
Na calada da noite, escrevo
Escrevo nas distancias ...
Nas incoerências ...
Escrevo nas adversidades ...
Escrevo para você que não lê
Cativa das lembranças, empresto
as linhas
Eu escrevo na primeira pessoa
No meu singular, escrevo
Escrevo nos muros para os cegos
Descrevo a sexualidade dos anjos
Escrevo no desarranjo de ser gente
Na hipocrisia da tua mente doente
Para ti que não me aceita
Não aceita o mundo que te suporta
Escrevo para um monte de pele, que
ocupa espaço
E, chora suas indiferenças
Eu escrevo no espaço, que me cabe
Nas memórias da minha história
Escrevo nas solas dos meus sapatos
E caminho deixando minhas marcas
sulla fagundes
Apelo
Que chegue o amor com vago intento
As dores de sua consequência, seja
do vento
Fique o amor como mormaço abraço
Como centro de mim não se afaste
Que tome meus beijos nessa chegada
Que de mim seja a mordaça
Que me cale o corpo em brasa
Sombria e muda, morena senhora de vis
intentos
Que chegue o amor desnudando quimeras
Aquecendo o lado da alma,sendo como o
mar e o céu
Suas estrelas nunca sepulte
sulla fagundes
As dores de sua consequência, seja
do vento
Fique o amor como mormaço abraço
Como centro de mim não se afaste
Que tome meus beijos nessa chegada
Que de mim seja a mordaça
Que me cale o corpo em brasa
Sombria e muda, morena senhora de vis
intentos
Que chegue o amor desnudando quimeras
Aquecendo o lado da alma,sendo como o
mar e o céu
Suas estrelas nunca sepulte
sulla fagundes
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