domingo, 16 de junho de 2013
sábado, 15 de junho de 2013
ESPIANDO
ESPIANDO
Parada, espiando... os versos que passam
Neles vejo tanto de mim ,em alguns muito
a calar
Parecem nuvens em dia ensolarado
Cobrindo, com frescor, minha pele queimada
Outros me recordam instantes noturnos
Um belo poema, que me toque a alma, calada
espio
Cada linha que sente o poeta, imagino o momento
amargurado
Ou de estremo estado, alucinado cheio de paixões
veladas
Quem dera saber ,o que tanto mente ao desmentir-
-se
O que faz tão incoerente ,pois ora leio sua ternura
ora uma dor ressentida , poeta sem censura!
Apenas espio a poesia ,enquanto amargo aquela
espera
A lua e seu encantamento, estrelado, em uma especial
madrugada
sulla fagundes
15-06-2013
Parada, espiando... os versos que passam
Neles vejo tanto de mim ,em alguns muito
a calar
Parecem nuvens em dia ensolarado
Cobrindo, com frescor, minha pele queimada
Outros me recordam instantes noturnos
Um belo poema, que me toque a alma, calada
espio
Cada linha que sente o poeta, imagino o momento
amargurado
Ou de estremo estado, alucinado cheio de paixões
veladas
Quem dera saber ,o que tanto mente ao desmentir-
-se
O que faz tão incoerente ,pois ora leio sua ternura
ora uma dor ressentida , poeta sem censura!
Apenas espio a poesia ,enquanto amargo aquela
espera
A lua e seu encantamento, estrelado, em uma especial
madrugada
sulla fagundes
15-06-2013
BRINCOS AZUL TURQUESA
BRINCOS AZUL TURQUESA
Almas ligadas despedida dolorosa
parecem entrelaçadas nas horas
Parece que os sapatos, são esquerdos
As palavras não fazem sentido
Cada sentido depurado, em horrores
Tudo passou, como falar com fino trato
O fato é que o trato não era esse
Os corações cantavam em duetos
O que seria para sempre, partindo-se ao
meio
Como deixar o melhor que a vida trouxe?
Como deixar a passagem levar as malas?
Esvaziar as gavetas, separar as meias?
Levando momentos, eternos, nos perfumes
em frascos secos
Dilacerado momento, separar as culpas e
motivos
As indagações pertinentes, delas não se
escapa á francesa
Quem sabe um dia você repense, diz o mais
dependente
Talvez mais um adeus, coubesse, mais doído
O orgulho diz:
_Seja feliz... e deixe as chaves sobre a
a mesa
E junto aos brincos, azul turquesa, leve
tua autodefesa
sulla fagundes
15-06-2013
Almas ligadas despedida dolorosa
parecem entrelaçadas nas horas
Parece que os sapatos, são esquerdos
As palavras não fazem sentido
Cada sentido depurado, em horrores
Tudo passou, como falar com fino trato
O fato é que o trato não era esse
Os corações cantavam em duetos
O que seria para sempre, partindo-se ao
meio
Como deixar o melhor que a vida trouxe?
Como deixar a passagem levar as malas?
Esvaziar as gavetas, separar as meias?
Levando momentos, eternos, nos perfumes
em frascos secos
Dilacerado momento, separar as culpas e
motivos
As indagações pertinentes, delas não se
escapa á francesa
Quem sabe um dia você repense, diz o mais
dependente
Talvez mais um adeus, coubesse, mais doído
O orgulho diz:
_Seja feliz... e deixe as chaves sobre a
a mesa
E junto aos brincos, azul turquesa, leve
tua autodefesa
sulla fagundes
15-06-2013
domingo, 9 de junho de 2013
FLOR DE CLAUSURA
FLOR DE CLAUSURA
Não me sonhe, se não souber
velejar
Tenho turbulências, ao vento
Não faça canções se não ensaiar
Não me toque se não souber o
manusear -me
Não me faça galanteios, febris,
Se não souber o curso dos sóis
queimando em mim
Me mostre as mãos,eu as leria...
Qualidades e defeitos, que a mim
caberiam
Nas linhas, que espalmariam
Não me tome como ardente
Eu te sangraria, cravando em
teu peito sem pena
A adaga do vento, que me deu
de presente, a poesia
Não me mostre tuas carências
Me traga tua essência
Perdoe a dureza, que te queima
neste poema
Não tinha outro jeito, sou poeta
com defeito
Aprendi com paciência, a cada cair
de estrela
A ser dura como pedra, sem perder
a doçura
Ao mel, que traguei com candura
Ante as ferroadas das abelhas
E assim eleita fui, flor de clausura
sulla fagundes
09-06-2013
Não me sonhe, se não souber
velejar
Tenho turbulências, ao vento
Não faça canções se não ensaiar
Não me toque se não souber o
manusear -me
Não me faça galanteios, febris,
Se não souber o curso dos sóis
queimando em mim
Me mostre as mãos,eu as leria...
Qualidades e defeitos, que a mim
caberiam
Nas linhas, que espalmariam
Não me tome como ardente
Eu te sangraria, cravando em
teu peito sem pena
A adaga do vento, que me deu
de presente, a poesia
Não me mostre tuas carências
Me traga tua essência
Perdoe a dureza, que te queima
neste poema
Não tinha outro jeito, sou poeta
com defeito
Aprendi com paciência, a cada cair
de estrela
A ser dura como pedra, sem perder
a doçura
Ao mel, que traguei com candura
Ante as ferroadas das abelhas
E assim eleita fui, flor de clausura
sulla fagundes
09-06-2013
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