quarta-feira, 24 de abril de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
Sulla Fagundes-poema- Me acordas num verso
Publicado em 22/04/2013
ME ACORDAS NUM VERSO
Eu que ando tristonha
Me faço beleza ao vir
que véns
Eu.. a sentir o carinho que
trazes num verso
Um resto de mim que me
faz lembrar ...
Num pedaço de memória retido
Um pensamento que tinha
Que feliz seria quem sabe
que morreria..
E já que assim seria, que fosse
de amor ...
Num poema sem rima, assim como é
a vida
sulla fagundes
Eu que ando tristonha
Me faço beleza ao vir
que véns
Eu.. a sentir o carinho que
trazes num verso
Um resto de mim que me
faz lembrar ...
Num pedaço de memória retido
Um pensamento que tinha
Que feliz seria quem sabe
que morreria..
E já que assim seria, que fosse
de amor ...
Num poema sem rima, assim como é
a vida
sulla fagundes
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Não tenho tempo, não há tempo
Minha natureza corajosa adormece
Não tenho a paciência jovial
Vivi tudo que podia ser vivido
Vivi o que nem necessitaria
Não há tempo para mais uma hora de
espera ...
Cada minuto é precioso para que eu
gaste a esmo
Não espero mais nada nem ninguém
Não compreendo nada nem quero
Não ouço, não vejo, nem sinto ...
Não aborreço meus olhos, com mais
semblantes
Quando mais um dia nasce, é festa
Eu quis tanto falar e falei...
Quis tanto ouvir, senti a mudez, a
ausência das palavras
Não tenho tempo, não há tempo que
eu possa desperdiçar
Ouvindo retratações que podem calar
hoje
Não tenho tempo, para quem se acha
perdido sem certezas ...
Não tenho tempo não há tempo
sulla fagundes
21-04-2013
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