domingo, 2 de dezembro de 2012
Pietra Peruzzi- poema- Mulher Guardame nfaccia - Senza Paura.Elaboraçã...
Publicado em 02/12/2012
Mulher Guardame nfaccia
se te digo sem medos
Venha para cá, poeta
Que me digo tua
Volho, digo sem medos
Não é complicado viver
complicado é viver de
medos
Venha tomar vinho com
me
Vamos correr ao vento
Correr na chuva viver la vita
Nessuno
Sede livre com me
teu medo te prende a me
Minha coragem de sentir
fugir do medo
Quer ver te livre preso
a me
vede si posso sentar ao
lado inverto a tempo
Tempo que com coragem corre
Passa a cada hora sem cure
de nós
A me custa paura tua
Castigo de me pela estrada
Passei por isso eu também,agora,
livre, disponível,per amor
e observando as queimaduras dos
medos, te digo
Vem sem medos, li quarte d'ora
sonano
sem paura si t'amo tu lo saie.
Pietra Pieruzzi
sábado, 1 de dezembro de 2012
Sulla Fagundes - poema- Velejando-música Mon ange Nathalie Cardone
Velejando
Sou do tamanho do teu desejo
Eu sou as tuas mãos dizendo bobagens
O sonho, mais absurdo, que se possa ter
Um desejo suado
Trajeto, de vida, vestimenta um hábito
Coração despido em ardêcias
Minhas curvas revelam algumas febres
Eu sou o som que mais gosto, os dos apaixonados
solto no ar .. pairando em desavisos
Me deixe achar...
Sou aprendiz de poeta, preciso sonhar
O som tirano, gemidos dos amantes
Um caso de amor ruindo
Eu sou uma imagem, um contorno de mulher
Um beijo desejado roubado
Sou o escrito que sobra,nas minhas letras
Quando me acho sentada a espera, me perco...
completamente
Não importa se trago poemas ou desejos
Trago ardencias
Quantos poemas fiz e nem li?
Muitos confessados eram relatos
Sao retalhos se faz em versos, um último
poema que traria ,sem poesia, o momento fetal
Os belos sonetos os qual fiz e rasguei
Se podussem le-los, seria letral
Estão deixem que eu me mostre, minha maneira
de ser
Aprendiz de poeta, que sou, vivo entre o sonho e
o medo de escrever
Trago em mim,tanta poesia as quais suponho me
salvariam
Nua deitada na lua descubro,o viril poeta que
habitando em mim me faz ardente
Que seja assim, que o encoraje o poema a sair
do sentir devagar sem arroubos
Deita a madrugada, a lua chama cheia de desejos
E, onde me acabo, entre desesperos
A tentar esconder-me é onde me acabo em ardente
ousadia
sulla fagundes
Santo Cio
Santo Cio
Corpo que me fascina!
Que me ilumina
E por fim me domina...
Me delicio do Santo Cio!
Que tem o perfume do prazer
E o gosto eterno do pecado...
Furto o seu amar,
Incentivo o seu despudor...
Não desejamos parar
E vem o gemido do amor...
Alienado de duas almas!!!
Difícil segurar pensamentos,
São eternos estes momentos
Se torna um grande vício!
Sentir o coração neste cio...
Abundante de carinhos
Daqueles bem atrevidos!
Que fazem os sentidos
irem além do permitido...
Me levando as profundezas
Do seu intimo...
Mario Macedo de Almeida
Incenso
Nao me importa
Se teus olhos, não me olhem
fixamente
Meu contentamento reside, onde
eles passeiem, mesmo que as vezes
em mim repouse dengoso
Não me importa do que me chame
Contanto que me chame, mesmo que
por instantes ...
Não me importa quantas vezes me ame
Mas que derrame sobre mim., teu
incenso insano
Sulla Fagundes
quinta-feira, 29 de novembro de 2012
Sulla Fagundes-poema- Castelo de fumaça.Melanie Pain-música- Cigarette
CASTELO DE FUMAÇA
Aqui do lado de dentro
Não bata á porta
posso me assustar
Estou pensando em mim ...
E, a fumaça do cigarro dança
em meus pensamentos
Hoje preciso lembrar onde estou
Amanhã passe pela manhã
Se por um acaso, tiver me achado
Me volto a ti sem revoltas ...
E mais um cigarro que queima em
sinuosa fumaça
Te tomaria nos braços,diria quem
sabe
Diria ao invés disso, quase nada
Entre um cigarro e outro a fumaça
desenha instantes
Antigos instantes que me faz chorar
e rir ... sozinha
Me chega notas de canções, e tu notarias
que estou mais que absorta ...
E te levo onde precisas chegar
ao menos uma vez, mais entre meus ais
Podes esperar por mim... mais
algumas horas deitada a teu lado, quem
o sabe?
Se precisas de um cigarro,para que sonhes
como estimulo
Se for o que te pretendes,imagine como
eu, horas de fumaça
Castelos imensos feitos das cinzas
Deite-se nua, calada, e chore sobre o
cinzeiro
Não diga palavra dê a vez a fumaça mas ...
volte amanhã, logo na primeira hora antes
da fumaça
sulla fagundes
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
sulla fagundes poema Você Freddy Cole
Publicado em 28/11/2012
VOCÊ
Infinidades
de canções que ouvindo...avistei-te
Sem desculpas,reconheço em ti, hoje,
a essência das essências
Aprendi mais e mais me confessando
me reconhecendo em cada gesto
Apendi mais e mais...
Aprendi que enquanto a vida corre ...
A poesia se lança na arte, jogando versos
Amar -te foi um ato de encantamento em
uma extensão livre
sem desculpas, revivo o belo agora
Contorcendo-me, encontro forças para que
chegue a hora de tua aparição bendita
de
ti vinhedo desejado
Risco de vida, e o colo de apelos, o qual
sonhei tanto...
A musica noite a dentro mostra,desenha em
poesias belos versos... como tapete o qual
teço para que não pises forte... entrando
devagar em meu comodo
Adentra minha alma de poeta,amor desejado
Encostado, numa mulher, que sem medos tolos
e muita verdade te abraça
carregada de máculas ...cheia de paixão
Te espera, á beira mar, nesse verão
Sem culpas ama, independente da estação que
chega
Se achegue e com força se dispa
e indiferente ao tom que se toca ...
ou enlace esperado,te quer o poeta, ja se faz
apaixonado nessa toada, versada, de te amar
(sulla fagundes)
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Sulla Fagundes-poema-Meuronios- Caralie Clemont
MEURONIOS
Minha cabeça um mundo
Meus amores neuronios
como raciocinio, impares,
distintos...
São amados cada um deles a seu
modo
Que não se percam quaisquer
Distintos,fazem parte
deste, mundo que é minha
cabeça
Alguns antigos, saudades
Outros não funcinaram como
previsto ao cair no abismo
do nada ser
Preciso desse mundo
A funcionar como um balé,
na grande estreia
A quem do que pensam do meu
sentir
Meu mundo pensa por eles
e o coração insinua
Meus amores, neurais, são
infinitamente enfeitados
Mesmo os que pouco acrescentaram,
não é mais um a contar...
Finjo, como qualquer poeta
Que de encantamentos, possam me
fazer sonhar
Que toquem a trombeta nessa,vil,
estrada
E,eu enquanto o poeta, nessa jornada
Jamais esqueço de um neuronio
encolhido, invisível...mas contido
Num canto do seu mundo,lindamente
emoldurado chamado passado
são meus meuronios amados
sulla fagundes
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