quarta-feira, 28 de novembro de 2012

sulla fagundes poema Você Freddy Cole





Publicado em 28/11/2012
VOCÊ
Infinidades
de canções que ouvindo...avistei-te
Sem desculpas,reconheço em ti, hoje,
a essência das essências
Aprendi mais e mais me confessando
me reconhecendo em cada gesto
Apendi mais e mais...
Aprendi que enquanto a vida corre ...
A poesia se lança na arte, jogando versos
Amar -te foi um ato de encantamento em
uma extensão livre
sem desculpas, revivo o belo agora


Contorcendo-me, encontro forças para que
chegue a hora de tua aparição bendita
de
ti vinhedo desejado
Risco de vida, e o colo de apelos, o qual
sonhei tanto...


A musica noite a dentro mostra,desenha em
poesias belos versos... como tapete o qual
teço para que não pises forte... entrando
devagar em meu comodo
Adentra minha alma de poeta,amor desejado
Encostado, numa mulher, que sem medos tolos
e muita verdade te abraça
carregada de máculas ...cheia de paixão
Te espera, á beira mar, nesse verão
Sem culpas ama, independente da estação que
 chega
Se achegue e com força se dispa
e indiferente ao tom que se toca ...
ou enlace esperado,te quer o poeta, ja se faz
apaixonado nessa toada, versada, de te amar

(sulla fagundes)



terça-feira, 27 de novembro de 2012

Sulla Fagundes-poema-Meuronios- Caralie Clemont




MEURONIOS

Minha cabeça um mundo
Meus amores neuronios
como raciocinio, impares,
distintos...
São amados cada um deles a seu
modo
Que não se percam quaisquer

Distintos,fazem parte
deste, mundo que é minha
cabeça
Alguns antigos, saudades
Outros não funcinaram como
previsto ao cair no abismo
do nada ser

Preciso desse mundo
A funcionar como um balé,
na grande estreia
A quem do que pensam do meu
sentir
Meu mundo pensa por eles
e o coração insinua

Meus amores, neurais,  são
infinitamente enfeitados
Mesmo os que pouco acrescentaram,
não é mais um a contar...
Finjo, como qualquer poeta
Que de encantamentos, possam me
fazer sonhar

Que toquem a trombeta nessa,vil,
estrada
E,eu enquanto o poeta, nessa jornada
Jamais esqueço de um neuronio
encolhido, invisível...mas contido
Num canto do seu mundo,lindamente
emoldurado chamado passado
 são meus meuronios amados

sulla fagundes

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Sulla Fagundes-poema-O primeiro amor.-música de Charles Aznavour-




MEURONIOS


NEURONIOS

Minha cabeça um mundo
Meus amores neuronios
como raciocinio
São amados cada um deles
Que não se percam quaisquer

Distintos,fazem parte
deste, mundo que é minha
cabeça
Alguns antigos, saudades
Outros não funcinaram como
previsto

Preciso desse mundo
A funcionar como um balé,
na grande estreia
A quem do que pensam do meu
sentir
Meu mundo pensa por eles

Meus amores, neurais,  são
infinitamente enfeitados
Mesmo os que mada acrescentaram
Finjo, como qualquer poeta
Que de encantamentos, possam me
fazer sonhar

Que toquem a trombeta nessa,vil,
estrada
E,eu que o poeta, nessa jornada
Jamais esqueço de um neuronio
econcolhido, invisível
Num canto do seu mundo,chamado
passado

sulla fagundes

domingo, 25 de novembro de 2012

O PRIMEIRO AMOR

O PRIMEIRO AMOR



Trago em mim  o amor  primeiro
Tantos  o procuram em seus amantes
Eu vejo o num blues, a voz primeira

Nas asas  das  canções num berço
a mão a embalar ...
Calam  sentimentos  que ensinam a
amar
E nos  pátios, vazios, tenho  um banco
ao meu lado, um vago lugar
Para a chegada da mulher a cantar aos
meus ouvidos
Até o fim dos meus  dias, lindas canções
apemas para que eu  adormeça

sulla fagundes

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Sulla Contorça-se


Contorça-se

Ande pela  sala fale dos vãos
Conte-me das tuas ousadias ...
Fale a esmo ria  debochada ...
Vamos andar pelas estradas

Deitar sobre o sol, quente, dessa
cidade ...
Vamos dançar aquele ritmo
Falemos dos nossos roseirais

Sussurre os suores de hoje
Me desenhe nos lençóis de agora
Não me conte histórias na chegada
Não me faça ensurdecer

Me encante com teus fartos lábios
Sinta meus compassos ritmados
Não me fale de idas  a lua
Lá  ja  estive nua ...sem encantamentos

Não me fale de cansaços e amores
eternos
Assim posso abrir teu segredo facilmente ...
Não me peça  para que fique
Fique calada assim me  afinco
Solto as amarras, apenas para ancorar

Não reflita, agora, nem se ponha aflita
Assim meu medo de ferir me leva a partir
Não quero duas fontes a verter ...
Quero teu riso frouxo e tuas saliências
A juventude que emana dos teus poros

Repouse  com leveza perfumada
E, nada indague assim retomamos a
estrada ...
Entre na  concha, sinta o cheiro
forte , do pecado ...a rosnar sempre
teu nome ..

sulla fagundes


Eliana Melo