segunda-feira, 26 de novembro de 2012
MEURONIOS
NEURONIOS
Minha cabeça um mundo
Meus amores neuronios
como raciocinio
São amados cada um deles
Que não se percam quaisquer
Distintos,fazem parte
deste, mundo que é minha
cabeça
Alguns antigos, saudades
Outros não funcinaram como
previsto
Preciso desse mundo
A funcionar como um balé,
na grande estreia
A quem do que pensam do meu
sentir
Meu mundo pensa por eles
Meus amores, neurais, são
infinitamente enfeitados
Mesmo os que mada acrescentaram
Finjo, como qualquer poeta
Que de encantamentos, possam me
fazer sonhar
Que toquem a trombeta nessa,vil,
estrada
E,eu que o poeta, nessa jornada
Jamais esqueço de um neuronio
econcolhido, invisível
Num canto do seu mundo,chamado
passado
sulla fagundes
domingo, 25 de novembro de 2012
O PRIMEIRO AMOR
O PRIMEIRO AMOR
Trago em mim o amor primeiro
Tantos o procuram em seus amantes
Eu vejo o num blues, a voz primeira
Nas asas das canções num berço
a mão a embalar ...
Calam sentimentos que ensinam a
amar
E nos pátios, vazios, tenho um banco
ao meu lado, um vago lugar
Para a chegada da mulher a cantar aos
meus ouvidos
Até o fim dos meus dias, lindas canções
apemas para que eu adormeça
sulla fagundes
Trago em mim o amor primeiro
Tantos o procuram em seus amantes
Eu vejo o num blues, a voz primeira
Nas asas das canções num berço
a mão a embalar ...
Calam sentimentos que ensinam a
amar
E nos pátios, vazios, tenho um banco
ao meu lado, um vago lugar
Para a chegada da mulher a cantar aos
meus ouvidos
Até o fim dos meus dias, lindas canções
apemas para que eu adormeça
sulla fagundes
sexta-feira, 23 de novembro de 2012
Sulla Contorça-se
Contorça-se
Ande pela sala fale dos vãos
Conte-me das tuas ousadias ...
Fale a esmo ria debochada ...
Vamos andar pelas estradas
Deitar sobre o sol, quente, dessa
cidade ...
Vamos dançar aquele ritmo
Falemos dos nossos roseirais
Sussurre os suores de hoje
Me desenhe nos lençóis de agora
Não me conte histórias na chegada
Não me faça ensurdecer
Me encante com teus fartos lábios
Sinta meus compassos ritmados
Não me fale de idas a lua
Lá ja estive nua ...sem encantamentos
Não me fale de cansaços e amores
eternos
Assim posso abrir teu segredo facilmente ...
Não me peça para que fique
Fique calada assim me afinco
Solto as amarras, apenas para ancorar
Não reflita, agora, nem se ponha aflita
Assim meu medo de ferir me leva a partir
Não quero duas fontes a verter ...
Quero teu riso frouxo e tuas saliências
A juventude que emana dos teus poros
Repouse com leveza perfumada
E, nada indague assim retomamos a
estrada ...
Entre na concha, sinta o cheiro
forte , do pecado ...a rosnar sempre
teu nome ..
sulla fagundes
JOÃO BOSCO - ESCADAS DA PENHA ( POR DENTRO DO CRIME )
Composição: João Bosco Aldir Blanc
Nas escadas da Penha
Penou no cotoco de vela
Velou a doideira da chama
Chamou o seu anjo-de-guarda
Guardou o remorso num canto
Cantou a mentira da nega
Negou o ciúme que mata
Matou o amigo de ala.
Tá lá
Tá lá o valete
No meio das cartas
No jogo dos búzios,
Tá lá no risco da pemba,
No giro da pomba,
No som do atabaque,
Tá lá.
E tá no cigarro, no copo de cana
Na roda de samba, tá lá
Nos olhos da nega na faca do crime
No caco do espelho no gol do seu time...
Tá lá o amigo de ala
O amigo de ala
Matou o ciúme que mata
Negou a mentira da nêga
Cantou o remorso num canto
Guardou o seu anjo-de-guarda
Chamou a doideira da chama
Velou no cotoco da vela
Penou nas Escadas da Penha
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