quarta-feira, 10 de julho de 2013

Eu admiro o ser humano

Eu admiro o ser humano

Corajoso, talentoso, feroz voraz
Livre, artista na corda bamba
ou firme
Eu admiro a coragem em tudo,que de
verdade possua
Eu admiro quem mostra a cara
Quem não bobeia na linha da bala
Admiro quem não se abala
Admiro quem ainda sonha e acredita
Acredita sem gigante e se empenha
Admiro quem se arrisca com medo
E vai avante, com coragem ou quase morto
de tremores
Admiro a verdade inteira, entre línguas
soltas
Eu detesto os concordinos e seus plantões
intermináveis
Odeio promessas, falhas, no roer das cordas
Odeio quem não se arrisca
E ficam nas varandas, nas sacadas, vendo o
 mundo
emoldurado
Odeio quem se agarra nas barras das saias
nas batinas santas
No paleto dos pastores de almas
Para não se envolver em coisa alguma ...
Eu odeio quem se esconde em frente a luz

sulla fagundes

ESTE AINDA NÃO É O PONTO

ESTE AINDA NÃO É O PONTO

Quisera saber do país, onde
eu possa reconhecer-me
Quisera saber do sonho, que
sonhei tanto
Quisera saber dos filhos dos
panfletos e cartilhas
Quisera saber da, velha, ânsia
ao vir as desigualdades
Onde estariam os discursos...
Presos nas gargantas?
Quisera saber, na verdade, se
não fora passado adiante
Ou vencido, queimado, juntamente
com os companheiros de antes
Quisera saber, apenas saber
Se te agonias comigo a escrever?
Ou os mendigos e os sem trabalho,
dependurados nos corre-mãos dos
hospitais públicos
Já te acostumastes a ver?

sulla fagundes
14-05-2013


QUESTO ANCORA NON E 'IL PUNTO

Voleva conoscere il paese in cui
Io mi riconosco
Voleva conoscere il sogno, che
sognato così
Voleva sapere i figli di
opuscoli e libretti
Vorrei sapere di vecchio, desiderio
venire alle disuguaglianze
Dove erano i discorsi ...
Intrappolato nei canyon?
Volevo sapere, infatti, se
non è stato trasmesso
O picchiati, bruciati insieme
con il collega prima di
Volevo sapere, solo sapendo
Se si agonie che scriva?
O mendicanti e disoccupati,
appeso nelle mani di piste
ospedali pubblici
Già acostumastes vedi?

Sulla Fagundes
14.05.2013





I muscoli del capitano.AVI





I muscoli del capitano

Olhe para os músculos do capitão
Tudo de plástico e metano
vê-lo no meio da noite, que é
a quantidade de sangue estava em suas veias.
O capitão nunca ter medo
direto no convés, fumando um cachimbo,
nesta madrugada fria e escura,
que parece um pouco como 'a vida.
E, em seguida, o capitão, se ele quer
que você zarpar de suas calças
e joga nas ondas e as chamadas fortes
quando ela quer alguma coisa,
  há sempre aquele que responde.
Mas o capitão Eu queria dizer
, mas não há no mar uma mulher branca
tão grande, à luz das estrelas
para olhar que não se cansa.
Este navio é de dois mil nós,
no meio de gelo tropical
e tem um motor de um milhão de cavalos
que, em vez de cascos têm asas.
O navio é um relâmpago, torpedo, fusível,
beleza cintilante, fósforo e fantasia,
as moléculas de pistão de aço, raiva
blitzkrieg e poesia.
Nesta noite eléctrico e rápido
neste cruzamento do século XX,
o futuro é uma bala de canhão ligado
e estamos quase chegando.
E o capitão disse ao grumete:
 "Jovem, eu não vejo nada.
Há apenas um pouco de neblina,
 que anuncia o sol.
Prossigamos em paz.

Francesco De Gregori

Teatro Valle Occupato - Fiorella Mannoia - Mio fratello che guardi il mondo


( Ivano Fossati)


Meu irmão, que olha para o mundo
e o mundo não se parece com você
meu irmão, que olha para o céu
e o céu não olhou para você.

Se há uma estrada no fundo do mar
, mais cedo ou mais tarde vamos descobrir
se não há caminho para o coração de outro
, mais cedo ou mais tarde, vamos traçar.

Nasci e trabalhou em todos os países
e defendeu com dificuldade minha dignidade
I nasceu e morreu em cada país
e eu andei todas as ruas em todo o mundo que você vê.

Meu irmão, que olha para o mundo
e o mundo não é como você,
meu irmão, que olha para o céu
eo céu não olhou para você.

Se há uma estrada no fundo do mar
 mais cedo ou mais tarde vamos descobrir
se não há nenhuma estrada no coração dos outros
 mais cedo ou mais tarde, vamos traçar.

( Ivano Fossati)

segunda-feira, 8 de julho de 2013

É SÓ O MAR ...

É SÓ O MAR ...

É só o mar chorando ...
Lambendo as marcas na areia
É só o mar, a imaginar num lamento
Revolto em ondas, martirizando-se
entre espumas
Atirando-se contra as pedras...
Desesperado, como qualquer apaixonado
Afundando embarcações ... afogado
na sua própria fúria,buscando a linha
do horizonte... que some no nevoeiro

Na vazante das marés, chora mais que
as sereias ... encantadas ...
Contando suas estrelas, ainda consegue
acalmar seus redemoinhos
É só o mar, carregado de paixão. inundado
de emoção
É só o mar sofrendo ,calado, arrebentado-se
como qualquer apaixonado ...a perguntar as
conchas, as grutas, a razão daquela ânsia
Se era dela, sua amada, todas as ondas de amor
que a abrigara
Os apelos do sol, naqueles verões de janeiros
Quisera não amanhecesse jamais ...
Dentro de si mesmo explodindo... mudo ...
É só o mar, correndo para a areia ,demente
adolescente
Tentando sofrer em ondas surdas ...


Sulla fagundes

Solo mare ...

E 'solo il mare piangendo ...
Leccare i segni nella sabbia
E 'solo il mare, di immaginare un lamento
Raging a ondate, Martirio stessi
tra le schiume
Gettandosi contro le rocce ...
Disperato, come ogni appassionato
Affondare le navi ... annegato
nella loro furia, cercando la linea
l'orizzonte ... che svanisce nella nebbia

Sulla bassa marea, grida più di
le sirene ... incantato ...
Contando le stelle, riesce ancora
calmare i turbinii
E 'solo il mare, pieno di passione. inondato
di emozioni
E 'solo la sofferenza del mare, in silenzio,
 fracassato
passionale come un altro per chiedere al ...
conchiglie, le grotte, la ragione che ansia
Se fosse, la sua amata, tutte le onde d'amore
che ospitava
Gli appelli del sole, quelle estati Januarys
Vorrei che non ho mai all'alba ...
Dentro di te che esplodono ... Dumb ...
E 'solo il mare, correre per la sabbia, demente
adolescente
Cercando di soffrire in onde sordi ...


Sulla Fagundes





domingo, 7 de julho de 2013

Amor e Poesia


Amor e poesia

Amor e Poesia

A poesia é o sonhador
O amor, eterno sedutor
A poesia é inteira
O amor em pedaços
A poesia fervor vapor...
O amor, aprisionador, velador
A poesia voa livre, zunidora
O amor puro tremor, furor
A poesia exala o criador, enaltece
O amor, suador evapora quando em
cansaços desencontros, morre
A poesia é arte de desenhar inteiros
sentimentos
O amor, é só mais um elemento,um sentimento
Um título, nobre, inaltecido
A poesia é  imortal, como cada madrugada
adormecida
O amor mais um fragmento, que a poesia tem
apreço
Amor e poesia caminham lado a lado ...
A poesia, é a razão do poeta existir
O amor, o faz amargo em delirantes êxtases
A poesia, sobrevive aos temporais
O amor é levado por acasos vendavais
Amor e poesia, não  rima

sulla fagundes

08-07-2013Amore e Poesia

La poesia è il sognatore
Amore, eterno seduttore
La poesia è piena
L'amore per i bit
Poesia fervore vapore ...
Amore, imprigionando, candeliere
Poesia vola libero, zunidora
Pure Love tremante, ira
Poesia trasuda il creatore, lodi
Amore, gonfiore, evapora quando
disallineamenti stanchezza, muore
La poesia è l'arte di numeri interi di disegno
sentimenti
L'amore è solo un elemento in più, un sentimento
Un titolo, nobile, inaltecido
La poesia è immortale, come ogni mattina
addormentato
Amore in un frammento, che la poesia ha
stima
Amore e poesia vanno di pari passo ...
La poesia, il poeta è la ragione per cui ci
L'amore, rende amara estasi delirante
La poesia sopravvive alle tempeste
L'amore è guidato da bufere infortuni
L'amore e la poesia non fa rima

Sulla Fagundes

07.08.2013