quarta-feira, 10 de julho de 2013

Teatro Valle Occupato - Fiorella Mannoia - Mio fratello che guardi il mondo


( Ivano Fossati)


Meu irmão, que olha para o mundo
e o mundo não se parece com você
meu irmão, que olha para o céu
e o céu não olhou para você.

Se há uma estrada no fundo do mar
, mais cedo ou mais tarde vamos descobrir
se não há caminho para o coração de outro
, mais cedo ou mais tarde, vamos traçar.

Nasci e trabalhou em todos os países
e defendeu com dificuldade minha dignidade
I nasceu e morreu em cada país
e eu andei todas as ruas em todo o mundo que você vê.

Meu irmão, que olha para o mundo
e o mundo não é como você,
meu irmão, que olha para o céu
eo céu não olhou para você.

Se há uma estrada no fundo do mar
 mais cedo ou mais tarde vamos descobrir
se não há nenhuma estrada no coração dos outros
 mais cedo ou mais tarde, vamos traçar.

( Ivano Fossati)

segunda-feira, 8 de julho de 2013

É SÓ O MAR ...

É SÓ O MAR ...

É só o mar chorando ...
Lambendo as marcas na areia
É só o mar, a imaginar num lamento
Revolto em ondas, martirizando-se
entre espumas
Atirando-se contra as pedras...
Desesperado, como qualquer apaixonado
Afundando embarcações ... afogado
na sua própria fúria,buscando a linha
do horizonte... que some no nevoeiro

Na vazante das marés, chora mais que
as sereias ... encantadas ...
Contando suas estrelas, ainda consegue
acalmar seus redemoinhos
É só o mar, carregado de paixão. inundado
de emoção
É só o mar sofrendo ,calado, arrebentado-se
como qualquer apaixonado ...a perguntar as
conchas, as grutas, a razão daquela ânsia
Se era dela, sua amada, todas as ondas de amor
que a abrigara
Os apelos do sol, naqueles verões de janeiros
Quisera não amanhecesse jamais ...
Dentro de si mesmo explodindo... mudo ...
É só o mar, correndo para a areia ,demente
adolescente
Tentando sofrer em ondas surdas ...


Sulla fagundes

Solo mare ...

E 'solo il mare piangendo ...
Leccare i segni nella sabbia
E 'solo il mare, di immaginare un lamento
Raging a ondate, Martirio stessi
tra le schiume
Gettandosi contro le rocce ...
Disperato, come ogni appassionato
Affondare le navi ... annegato
nella loro furia, cercando la linea
l'orizzonte ... che svanisce nella nebbia

Sulla bassa marea, grida più di
le sirene ... incantato ...
Contando le stelle, riesce ancora
calmare i turbinii
E 'solo il mare, pieno di passione. inondato
di emozioni
E 'solo la sofferenza del mare, in silenzio,
 fracassato
passionale come un altro per chiedere al ...
conchiglie, le grotte, la ragione che ansia
Se fosse, la sua amata, tutte le onde d'amore
che ospitava
Gli appelli del sole, quelle estati Januarys
Vorrei che non ho mai all'alba ...
Dentro di te che esplodono ... Dumb ...
E 'solo il mare, correre per la sabbia, demente
adolescente
Cercando di soffrire in onde sordi ...


Sulla Fagundes





domingo, 7 de julho de 2013

Amor e Poesia


Amor e poesia

Amor e Poesia

A poesia é o sonhador
O amor, eterno sedutor
A poesia é inteira
O amor em pedaços
A poesia fervor vapor...
O amor, aprisionador, velador
A poesia voa livre, zunidora
O amor puro tremor, furor
A poesia exala o criador, enaltece
O amor, suador evapora quando em
cansaços desencontros, morre
A poesia é arte de desenhar inteiros
sentimentos
O amor, é só mais um elemento,um sentimento
Um título, nobre, inaltecido
A poesia é  imortal, como cada madrugada
adormecida
O amor mais um fragmento, que a poesia tem
apreço
Amor e poesia caminham lado a lado ...
A poesia, é a razão do poeta existir
O amor, o faz amargo em delirantes êxtases
A poesia, sobrevive aos temporais
O amor é levado por acasos vendavais
Amor e poesia, não  rima

sulla fagundes

08-07-2013Amore e Poesia

La poesia è il sognatore
Amore, eterno seduttore
La poesia è piena
L'amore per i bit
Poesia fervore vapore ...
Amore, imprigionando, candeliere
Poesia vola libero, zunidora
Pure Love tremante, ira
Poesia trasuda il creatore, lodi
Amore, gonfiore, evapora quando
disallineamenti stanchezza, muore
La poesia è l'arte di numeri interi di disegno
sentimenti
L'amore è solo un elemento in più, un sentimento
Un titolo, nobile, inaltecido
La poesia è immortale, come ogni mattina
addormentato
Amore in un frammento, che la poesia ha
stima
Amore e poesia vanno di pari passo ...
La poesia, il poeta è la ragione per cui ci
L'amore, rende amara estasi delirante
La poesia sopravvive alle tempeste
L'amore è guidato da bufere infortuni
L'amore e la poesia non fa rima

Sulla Fagundes

07.08.2013



sábado, 6 de julho de 2013

Lunaspina - Fiorella Mannoia LIVE@ Arena di Verona





__Lunaspina__

Eu me visto normalmente
como alguém que tem pouco de imaginação
Como alguém que coloca algo
não vai embora E então
eu vou para as persianas
eu sinto o mundo que faz barulho
e os relógios de uma casa
Eles nunca param.
E eu confio facilmente
Sombras gradualmente
Que eu posso estar ausente
E não olhe para a empresa
durante a noite e se sentir bem
ritmos do meu coração


E as vozes de uma casa
não se aprende nunca.
Eu tenho um trabalho aqui perto
do meu trabalho eu não gosto
Por que consomem os meus olhos
E então eu comer os dias
e tudo isso para ver
em tudo isto não se lembrar
de tudo isso não é amor,
eu estou onde eu moro.
Eu não, eu não, eu não, eu não
Eu não tenho de sonhar terra
eu não tenho voz para seguir
Eu estou aqui esperando.
Not me, não me, não me, não me
Eu não tenho a enviar cartas
que eu não tenho palavras para aprender
a cantar sozinho.
Até hoje
meu Lunaspina
Venha até a janela
que o bebê luz
Desce do silêncio
Minha querida companhia
Com os meus músculos cansados
Eu estou aqui esperando.
Oh não, oh não, oh não, oh não
eu, eu teria que sonhar terra
de vozes que eu teria que seguir
 é verdade que eu não olho.
Oh não, oh não, oh não, oh não
eu não tenho a enviar cartas
que eu tenho palavras para aprender
a cantar não só.
Oh não, não eu, não eu, não eu
Eu disse que de palavras
que eu não amava a minha dor
não é verdade que os aspectos.
Oh não, oh não, oh não, oh não
eu gritava palavras de
E Eu não amava a minha dor
E agora cantando sozinho.
Como se fosse fácil
convencer-se
para não rir muito
sobre si mesmo.

Ivano Fossati

Poeta para sempre poeta

POETA PARA SEMPRE

Compreender o abismo do poeta
Sentir, os despencar dos versos
Como lágrimas, a escorrer pela
face
Sentir a pressa que o abate ...
Não vasculhar o que ocorre, se
sem rimas, escorre
O que se passa, de sublime, entre
acasos
Não o culpe se  chora sentado na
lua, afagado entre a claridade das
estrelas
E sua escuridão masoquista
Se delira entre musas, ou cativo da
 solidão não importa
Perceba, que ele e  livre se sonhar
E na loucura, que o assola por vezes
Não há nome que o contenha ou esconda
Não cabem a um poeta, maldades ...
Ele apenas não cresceu, quis voar ...
Preferiu ser alado, que simplesmente
humano
Se um poeta é  exato,se torna preso
Não, não cabe ao poeta, gaiolas ...
nem liberdade que a tenha em vigílias
O poeta não tem rosto,empresta escondido
E, se descoberto morre, escorre ...
Então, deixe que sonhe  calado
Imortalizado em seus versos, que não
são de ninguém

sulla fagundes

06-07-2013

sexta-feira, 5 de julho de 2013

VISAGEM

VISAGEM

Um vulto a dançar
Eu a contemplar, meio que o
 anestesiar, da visagem fora demência
Dessem passagem ao encanto a tormenta
Estonteada, diante do que me me parecia
 pecado
Contemplava atenta, como gritava a visagem

Olhando, para que me lembrasse para todo
 o sempre ...
Era um vulto,  flagrado, bem distante

Durou minha vida, inteira, em em um
só instante
Se dançava ou me amava não importava
Somente sei, que me entreguei
Sem temor, desfolhada madrugada
Entre risos silenciados, eram versos
ou a poesia
Tornara dois vultos, contra a luz do
 quarto
Ao relento, a quem do que se sabe
Presumidos enfim, mortos,  de tanto que
pecou-se em  poesia

sulla fagundes

05-07-2013