segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Sulla Fagundes- poema- Primeiro dia de Abril.música Acender as velas-Nar...





 PRIMEIRO DIA DE ABRIL

Nem que as  rosas  desabrochassem
Ia indo pela praça, um tropeço
Não haviam estrelas  no  céu, nem no
chão
No fim nem no começo
A lua  descansava, desatenta,  num véu
meio escuro para  ocasião ...

Como melodrama,  deu-se em lástimas
Maria  estava sem fitas  ...sem nada
O poeta  dormia, naquela madrugada
O tempo, fez a cama  diferente ...

Nem memória, nem música que tocasse
Sem agradecimentos, calça-se os sapatos
Sem velório, foi  crematório ...
Sem louvores, na marcha lenta  ...
Era  até  numa data engraçada  ...

No primeiro  dia,marcado, onde corre a
brincadeira
Abriu-se a cortina, em mes  quarto,
Logo na primeira hora ...do primeiro
dia
Deu-se a gargalhada, costumeira e sua
morbidez
Mas nada que até as crianças,não  achassem
 graça,
E, o poeta nas madrugadas, acreditasse
Era primeiro de abril. e poeta sonhando nem
viu

sulla fagundes



Miracolo d'amore



Tu me dizes que ela virá,
que me amará, mas quando?
Tu o vês, somente tu,
com teus olhos somente,
e não sabes nem tu,
nem tu onde ela está.
No silencio da noite
uma voz me dirá:
L'amore è un romantico blues
un blues che fa morire il mio cuore

è festa per me,
invece di dormire io vado a passeggiare
da solo

Non ho mai capito
non sapevo che,
che tu è un miracolo d'amore

Pietra & Sulla


Lutando pela vida
Não pela sua arte
Pela arte de viver
Dela como folego
Como existir, ainda
na competição ...


Lutando pela vida
Seguir sangrando em batalhas
Lutando para continuar lutando
Continuar no páreo
Pela dignidade de estar vivo
Contemplar seus meandros e
e propósitos...
Não vê-la grafitada
Lutando por ela colorida
No vermelho das causas antigas
Vermelho que trafega nas veias
Lutando pela vida, nela as histórias
que fiz aqui
Onde o juízo ainda não pereceu
Onde os homens ainda escrevem,
e as mulheres fingem que bordam




sulla fagundes

domingo, 2 de dezembro de 2012

Pietra Peruzzi- poema- Mulher Guardame nfaccia - Senza Paura.Elaboraçã...



Publicado em 02/12/2012
Mulher Guardame nfaccia

se te digo sem medos
Venha para cá, poeta
Que me digo tua
Volho, digo sem medos

Não é complicado viver
complicado é viver de
medos
Venha tomar vinho com
me

Vamos correr ao vento
Correr na chuva viver la vita

Nessuno
Sede livre com me
teu medo te prende a me
Minha coragem de sentir
fugir do medo
Quer ver te livre preso
a me

vede si posso sentar ao
lado inverto a tempo
Tempo que com coragem corre
Passa a cada hora sem cure
de nós

A me custa paura tua
Castigo de me pela estrada
Passei por isso eu também,agora,
livre, disponível,per amor
e observando as queimaduras dos
medos, te digo
Vem sem medos, li quarte d'ora
sonano
sem paura si t'amo tu lo saie.

Pietra Pieruzzi



sábado, 1 de dezembro de 2012

Sulla Fagundes - poema- Velejando-música Mon ange Nathalie Cardone





Velejando

Sou do tamanho do teu desejo
Eu sou as tuas mãos dizendo bobagens
O  sonho, mais absurdo, que se possa ter
Um desejo suado
Trajeto, de vida, vestimenta um  hábito
Coração  despido em ardêcias
Minhas curvas revelam algumas febres



Eu sou o som que mais gosto, os dos apaixonados
solto no ar .. pairando em desavisos
Me deixe achar...
Sou aprendiz de poeta, preciso sonhar
O som tirano,  gemidos dos amantes

Um caso de amor ruindo
Eu sou uma imagem, um contorno de mulher
Um beijo desejado roubado
Sou o escrito que sobra,nas minhas letras
Quando me acho sentada a espera, me perco...
completamente


Não importa se trago  poemas ou desejos
Trago ardencias
Quantos poemas fiz e nem li?
Muitos confessados eram relatos
Sao retalhos se faz em versos, um último
poema que traria  ,sem poesia, o momento fetal

Os belos sonetos os qual fiz e rasguei
Se podussem le-los, seria letral
Estão deixem que eu me  mostre,  minha maneira
 de ser
Aprendiz de poeta, que sou,  vivo entre o sonho e
o medo  de escrever




Trago em mim,tanta poesia as quais suponho me
salvariam
Nua deitada na lua descubro,o viril poeta que
habitando em mim me faz ardente
Que seja  assim, que o encoraje o poema a sair
do sentir  devagar sem arroubos
Deita a madrugada, a lua  chama cheia de desejos
E, onde  me acabo, entre desesperos
A tentar  esconder-me é onde me acabo em ardente
ousadia


sulla fagundes

Santo Cio


Santo Cio

Corpo que me fascina!
Que me ilumina
E por fim me domina...
Me delicio do Santo Cio!
Que tem o perfume do prazer
E o gosto eterno do pecado...
Furto o seu amar,
Incentivo o seu despudor...
Não desejamos parar
E vem o gemido do amor...
Alienado de duas almas!!!
Difícil segurar pensamentos,
São eternos estes momentos
Se torna um grande vício!
Sentir o coração neste cio...
Abundante de carinhos
Daqueles bem atrevidos!
Que fazem os sentidos
irem além do permitido...
Me levando as profundezas
Do seu intimo...


Mario Macedo de Almeida

Incenso


 Nao me importa

Se  teus olhos, não me olhem
fixamente
Meu contentamento reside, onde
eles passeiem, mesmo que as vezes
em mim repouse dengoso
Não me importa do que me chame
Contanto que me chame, mesmo que
por instantes ...
Não me importa quantas vezes me ame
Mas que derrame sobre mim., teu
incenso insano


Sulla Fagundes