terça-feira, 23 de julho de 2013
Samba
___Samba __
Balança as ancas
Faz do molejo, dengoso
samba, que mexe com o mundo
Coisa de mulher fogosa ...
Mulher, da vida noturna ...
Que deixa encantado, o passista
Samba
Daquela, que bole os sentidos
tira o juízo
Retido na retina, no nariz cheiro dela
rebolativa
Um tambor, som da terra como primeiro
instrumento
Rustico, como meu sentir irado
Corpo aconchegado,em pares de passos ,
que a boca enche
samba
sabor de batucada, coisa que não cansa
Descanso de ancas salientes
Samba
sendo alto, rasgado, canção, dividido
Antigo, com poesia ou desprovido
Indolente, batucado dando cadência ao marasmo
Samba é samba
Regado á mulher, batucada e poesia
samba meu, nosso de cada dia ...
Samba
abençoado dos salões, praias avenidas
samba é sempre samba
Sulla Fagundes
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Vermelho
Vermelho
Como a guerra travada
Bandeira da causa
Como coração, sonhador
Vermelho
Loucura, torpor?
Fome de justiça
Como o sangrado coração das desigualdades
Vermelho
Paixões das causas, em minha janela, passando
Vermelho
Como as fraudas dos filhos daquela Pátria
vermelho
Quem um dia não foi?
Nunca sonhou, nunca quis reagir?
Gemendo no calor das febres estudantis
Cólera de uma época, que se podia sonhar
em vermelho
bebes de um berçário de pais vermelhos
sonhadores...
Chupetas, camisetinhas, filhos dos desparecidos
Vermelhos
sangria desatando nas ruas, numa panfletagem
dominical
Sonhando vermelhamênte, nas madrugadas
Vermelho fui, sou, e sempre serei
De vermelho me banho, e jamais coloco nas costa de
cristo
Seria cômodo, minha cruz pesada, meu punho serrado
Em mãos postas a rezar, por melhores dias
Vermelho acredito e trabalho por isto
Vermelho - Sulla Fagundes
Como a guerra travada
Bandeira da causa
Como coração, sonhador
Vermelho
Loucura, torpor?
Fome de justiça
Como o sangrado coração das desigualdades
Vermelho
Paixões das causas, em minha janela, passando
Vermelho
Como as fraudas dos filhos daquela Pátria
vermelho
Quem um dia não foi?
Nunca sonhou, nunca quis reagir?
Gemendo no calor das febres estudantis
Cólera de uma época, que se podia sonhar
em vermelho
bebes de um berçário de pais vermelhos
sonhadores...
Chupetas, camisetinhas, filhos dos desparecidos
Vermelhos
sangria desatando nas ruas, numa panfletagem
dominical
Sonhando vermelhamênte, nas madrugadas
Vermelho fui, sou, e sempre serei
De vermelho me banho, e jamais coloco nas costa de
cristo
Seria cômodo, minha cruz pesada, meu punho serrado
Em mãos postas a rezar, por melhores dias
Vermelho acredito e trabalho por isto
Vermelho - Sulla Fagundes
domingo, 21 de julho de 2013
Tormento
TORMENTO
Um cupido desatento
um pouco de ilusão
Uma paixão, ardente
Um frio no estomago
Uma lembrança á-toa
Numa fresta de passado
um motivo para colorir
Madrugada que não amanheça
Um mar de sereias
Um sorriso, que seja
Um rosto, que encante
Um arrebatamento
Um caminho errante
Uma cama de pecar
para urgir versos
sulla fagundes
21-07-2013
Um cupido desatento
um pouco de ilusão
Uma paixão, ardente
Um frio no estomago
Uma lembrança á-toa
Numa fresta de passado
um motivo para colorir
Madrugada que não amanheça
Um mar de sereias
Um sorriso, que seja
Um rosto, que encante
Um arrebatamento
Um caminho errante
Uma cama de pecar
para urgir versos
sulla fagundes
21-07-2013
Universo granfino
Universo granfino
Fala devagar para que eu possa
acreditar
Sussurre um apelido conhecido
Coisas somente nossas
Engula o liquido do amor, suado
Compreenda meus desatinos, enganos
Um universo granfino, e, eu entre
bandeiras
Minha pele tão diferente da tua ...
Meus transtornos em cabarés, meus
retalhos
Um retrato teu, nos meus lençóis
Escute, silenciosa meu querer voraz
Sou como o vento, demorado
Nas tempestades me sobreponho entre
vil, arruaças
Me instauro, invento, e desnecessária
se faz
Tua presença, onde adormeço
sulla fagundes
15-10- 2010
Fala devagar para que eu possa
acreditar
Sussurre um apelido conhecido
Coisas somente nossas
Engula o liquido do amor, suado
Compreenda meus desatinos, enganos
Um universo granfino, e, eu entre
bandeiras
Minha pele tão diferente da tua ...
Meus transtornos em cabarés, meus
retalhos
Um retrato teu, nos meus lençóis
Escute, silenciosa meu querer voraz
Sou como o vento, demorado
Nas tempestades me sobreponho entre
vil, arruaças
Me instauro, invento, e desnecessária
se faz
Tua presença, onde adormeço
sulla fagundes
15-10- 2010
sábado, 20 de julho de 2013
Melancolia
Melancolia
Eu vou indo, amada minha
Fazer mais versos ainda
A poesia me procurou, apaixonada
Nas mãos, tanto sentir
Entre gracejos,inteira entrega
Eu tomada de encantamentos
Cai na cama sobre a lua, nua
E, entre gemidos suei-te
Vou indo, antes que ela retire as
estrelas
E o sol entre pelas frestas
A poesia, enciumada, recolha-se nas
madrugadas
Volte a martirizar, entre as ausências
Estou aqui amada minha, a me despedir
Não há culpados
Creia no entanto, que te amei em cada
verso
Mas eram pedaços emprestados, em liras
A poesia, é eterna e somente minha
sulla fagundes
19-07-2013
Eu vou indo, amada minha
Fazer mais versos ainda
A poesia me procurou, apaixonada
Nas mãos, tanto sentir
Entre gracejos,inteira entrega
Eu tomada de encantamentos
Cai na cama sobre a lua, nua
E, entre gemidos suei-te
Vou indo, antes que ela retire as
estrelas
E o sol entre pelas frestas
A poesia, enciumada, recolha-se nas
madrugadas
Volte a martirizar, entre as ausências
Estou aqui amada minha, a me despedir
Não há culpados
Creia no entanto, que te amei em cada
verso
Mas eram pedaços emprestados, em liras
A poesia, é eterna e somente minha
sulla fagundes
19-07-2013
sexta-feira, 19 de julho de 2013
versos de água
versos de água
Se possível fosse, seria água
Mataria, ao menos, tua sede de
mim
Beijaria teus lábios, quando me
fosses beber
Me necessitarias, para viver
E eu, de ti para brotar todos os
dias na fonte
Seria quente, para aquecer-te
Correria pelo teu corpo, quando
quisesses
Seria correnteza, bastaria um vão
presumido
Escaldaria teus pés, lamberia teu
vente
Se possível fosse, nadarias sobre
mim
E eu a sustenta-la nos movimentos
Tu me tomarias, usaria, fartaria
E represada eu te amaria
Sulla Fagundes
06-04-2013
Se possível fosse, seria água
Mataria, ao menos, tua sede de
mim
Beijaria teus lábios, quando me
fosses beber
Me necessitarias, para viver
E eu, de ti para brotar todos os
dias na fonte
Seria quente, para aquecer-te
Correria pelo teu corpo, quando
quisesses
Seria correnteza, bastaria um vão
presumido
Escaldaria teus pés, lamberia teu
vente
Se possível fosse, nadarias sobre
mim
E eu a sustenta-la nos movimentos
Tu me tomarias, usaria, fartaria
E represada eu te amaria
Sulla Fagundes
06-04-2013
quinta-feira, 18 de julho de 2013
A carta que jamais escrevi
A carta que nunca escrevi
pensei nos caprichos teus, frágeis
Pensei em escrever para mim
Pensei em dizer que és manhã dolorosa
Pensei em escrever nas, infernais,horas
de sofrimento
Pensei em te querer
Mas... vagas como dor na alma
Pensei em escrever nas pétalas das
rosas
Como sentimento, o qual desprezastes
Como amante, medrosa, que não vibrava
Não me lembro como te amei tanto
Mas a carta, que jamais escrevi
Escondi junto a vergonha, nas horas
de infernais solidão
A carta que jamais escrevi, insulta
o amor que senti
Meu querer, foi maior que a carta
A carta que jamais escrevi
sulla fagundes
18-07-2012
pensei nos caprichos teus, frágeis
Pensei em escrever para mim
Pensei em dizer que és manhã dolorosa
Pensei em escrever nas, infernais,horas
de sofrimento
Pensei em te querer
Mas... vagas como dor na alma
Pensei em escrever nas pétalas das
rosas
Como sentimento, o qual desprezastes
Como amante, medrosa, que não vibrava
Não me lembro como te amei tanto
Mas a carta, que jamais escrevi
Escondi junto a vergonha, nas horas
de infernais solidão
A carta que jamais escrevi, insulta
o amor que senti
Meu querer, foi maior que a carta
A carta que jamais escrevi
sulla fagundes
18-07-2012
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