AMOR
Intenso sentimento
Quando sentido fielmente
Não há culpas nem culpados
Engraçado como queda de palhaço
Quente como confortável casaco
Por vezes tão criança, não percebe
o machucar
Marca o coração como sapato alguns
números menores
Alegra a alma, com afortunado estado
proeminente
Notável, aprisionador de almas
Casulo requintado de memórias
Amor ...
Invasor, morador, desatento, em refém
momento
sabedor do que causa a flor, sedutor
O amor doloroso pranto, saboroso prato
Calor dos amantes ...
A mais dolorosa fase, de quem o perde
Vazio, eterno ,de quem não o sente ...
sulla fagundes
29-06-2013
sábado, 29 de junho de 2013
sexta-feira, 28 de junho de 2013
LENTILHAS
LENTILHAS
Sinto tanto por ser inclusa
Sinto mais pelo colo, que me
abriga na chuva
Sinto também pela fé, que a mim
sustenta
Sinto muito pelas rezas, que
não me atingem
Sinto por ti, que não encanta
Sinto um imenso amor presente
Sinto por ti que não sente
Sinto a brisa que a mim, refresca
Sinto a vida que me cerca
Sinto, por vezes, até por ti que
me despreza
Sinto a tua inveja sem fundamento
Não troco meu sentir por peso em
ouro
Quanto mais por, mero, prato de
lentilhas
Sinto não me causar remorsos, um rosto
magro carente
Sinto por ti, uma agonia serena
Sinto teu murchar em meu desabrochar
Sinto a madrugada que me derrama
A poesia que me chama,
Os versos que sem, rimas, me clamam
Sinto muito por sentir, mas sinto
Sinto, o que não queria sentir
Mas mesmo não querendo sinto ...
Sinto quando alanhas minhas costas
com tuas velas, acessas, e rosnar em
rezas
Perdoe, o não atingir-me ...
Pois sinto ...
sulla fagundes
29-06-2013
Sinto tanto por ser inclusa
Sinto mais pelo colo, que me
abriga na chuva
Sinto também pela fé, que a mim
sustenta
Sinto muito pelas rezas, que
não me atingem
Sinto por ti, que não encanta
Sinto um imenso amor presente
Sinto por ti que não sente
Sinto a brisa que a mim, refresca
Sinto a vida que me cerca
Sinto, por vezes, até por ti que
me despreza
Sinto a tua inveja sem fundamento
Não troco meu sentir por peso em
ouro
Quanto mais por, mero, prato de
lentilhas
Sinto não me causar remorsos, um rosto
magro carente
Sinto por ti, uma agonia serena
Sinto teu murchar em meu desabrochar
Sinto a madrugada que me derrama
A poesia que me chama,
Os versos que sem, rimas, me clamam
Sinto muito por sentir, mas sinto
Sinto, o que não queria sentir
Mas mesmo não querendo sinto ...
Sinto quando alanhas minhas costas
com tuas velas, acessas, e rosnar em
rezas
Perdoe, o não atingir-me ...
Pois sinto ...
sulla fagundes
29-06-2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
CAMA ESTEIO
CAMA ESTEIO
Vivendo a procura de um poema
perfeito
Perdeu-se o poeta, sonhador
Sem aceitação, recusado, por si
mesmo
Riscado do papel, pardo,universal
Sem saber entender muito bem qual
seria o rumo a tomar
Tomou um trago de coragem
Pediu perdão aos poetas iluminados
Seus versos parecem de areia
As sereias nas pedras, de antes
Viajaram de aeroplano cigano
E ficou ele, em profundo abismo
Vicissitude, fora de linha, obsoleto
Antiquado poeta, que de serenata vive
Roga a poesia, mais beleza ao luar
Mais estrelas urgentes, ao poeta demente
Sonhando com a poesia, esqueceu-se do amor
como semente
Se ao menos, uma musa saliente
Transbordasse seus olhos, em sua cama de
esteio
sulla fagundes
27-06-2013
Vivendo a procura de um poema
perfeito
Perdeu-se o poeta, sonhador
Sem aceitação, recusado, por si
mesmo
Riscado do papel, pardo,universal
Sem saber entender muito bem qual
seria o rumo a tomar
Tomou um trago de coragem
Pediu perdão aos poetas iluminados
Seus versos parecem de areia
As sereias nas pedras, de antes
Viajaram de aeroplano cigano
E ficou ele, em profundo abismo
Vicissitude, fora de linha, obsoleto
Antiquado poeta, que de serenata vive
Roga a poesia, mais beleza ao luar
Mais estrelas urgentes, ao poeta demente
Sonhando com a poesia, esqueceu-se do amor
como semente
Se ao menos, uma musa saliente
Transbordasse seus olhos, em sua cama de
esteio
sulla fagundes
27-06-2013
quarta-feira, 26 de junho de 2013
DECEPÇÃO DE AMOR
Decepção de amor
Cansei de ver-te com
poesia
Era valentia o soprar
do vento
Era tua estrada e eu
via
E, com poesia, eras forte
braço
Eras o amparo não dito
Era, somente, meu sentir
maldito
Era eu, o amparo
E nem sentia ...
Era no meu sorriso, tua
bonança
Minha alegria, frouxa
E em face de tíbio bambo
Era eu, pino forte soterrado
Nesta descoberta
Em teu lamento, presente
Me faço, plenamente, distante
Desvanecido, ponto, desacreditado
Sou eu a coragem que querias
Eu reservaria a ti artéria
pulsante
Bijuterias, grosseiras, ao teu
colo falho
Verias, anteverias o faltar do
afago
Prometido,em dias, nas noites
entre cuias de mate velados
sulla fagundes
26-06-2013
Cansei de ver-te com
poesia
Era valentia o soprar
do vento
Era tua estrada e eu
via
E, com poesia, eras forte
braço
Eras o amparo não dito
Era, somente, meu sentir
maldito
Era eu, o amparo
E nem sentia ...
Era no meu sorriso, tua
bonança
Minha alegria, frouxa
E em face de tíbio bambo
Era eu, pino forte soterrado
Nesta descoberta
Em teu lamento, presente
Me faço, plenamente, distante
Desvanecido, ponto, desacreditado
Sou eu a coragem que querias
Eu reservaria a ti artéria
pulsante
Bijuterias, grosseiras, ao teu
colo falho
Verias, anteverias o faltar do
afago
Prometido,em dias, nas noites
entre cuias de mate velados
sulla fagundes
26-06-2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
PAPEL DE SEDA
PAPEL DE SEDA
Não, meus instantes são meus
São livres, aprisionados, em
tudo que sou
Minha alameda de pensamentos
São linhas, soltas, num papel
de seda
Não, são trajetos poéticos de
vida
São meus os escritos
Minha caminhada, pode ser, magro
sonho
Fino trato, trago ao leitor atento
leia-me inteira, em tiras, se és intimo
da poesia
Sou flor feroz, perfumada
Lembram as laranjeiras, vistas
da varanda, da minha infância
Sou veloz como pena ao vento
Sagaz como fera
Indecifrável aos corações aflitos
Afável aos poetas líricos
Leveza em sonhos de mulher
Menina com rugas, que ainda sonha
sulla fagundes
25-05-2013
Não, meus instantes são meus
São livres, aprisionados, em
tudo que sou
Minha alameda de pensamentos
São linhas, soltas, num papel
de seda
Não, são trajetos poéticos de
vida
São meus os escritos
Minha caminhada, pode ser, magro
sonho
Fino trato, trago ao leitor atento
leia-me inteira, em tiras, se és intimo
da poesia
Sou flor feroz, perfumada
Lembram as laranjeiras, vistas
da varanda, da minha infância
Sou veloz como pena ao vento
Sagaz como fera
Indecifrável aos corações aflitos
Afável aos poetas líricos
Leveza em sonhos de mulher
Menina com rugas, que ainda sonha
sulla fagundes
25-05-2013
sábado, 22 de junho de 2013
SÓIS VIVIDOS
SÓIS VIVIDOS
Aqui mais uma vez com estima
Mais antiga, que aquele bar da
esquina
O velho pandeiro, entre os dedos
O velho pinho, colado ao peito
O apito, que me chama a entrar no
rítmo
É o mesmo, de outros momentos nas
ruas
O carnaval, que me ferve o sangue
As passeatas que queimam os brios
Sou o grito de mais um aflito, que
viveu para assistir tudo isso
Sou o braço que ergue a bandeira
O coração que sangra emotivo
A certeza que estou no caminho
Tenho marcas no rosto e nas mãos
Tenho sóis, que revivi mais quentes
Sou uma mulher de propósitos
Me alimento dos ideais e da arte
As quais, atenta, aprendo mais grito
um risco
Uma fala, letra, expressão questionada
Sou eu feliz assim. como acredito
Acredito na clareza do curso, de claras,
águas
E na alegria dos punhos cerrados
sulla fagundes
22-06-2013
Aqui mais uma vez com estima
Mais antiga, que aquele bar da
esquina
O velho pandeiro, entre os dedos
O velho pinho, colado ao peito
O apito, que me chama a entrar no
rítmo
É o mesmo, de outros momentos nas
ruas
O carnaval, que me ferve o sangue
As passeatas que queimam os brios
Sou o grito de mais um aflito, que
viveu para assistir tudo isso
Sou o braço que ergue a bandeira
O coração que sangra emotivo
A certeza que estou no caminho
Tenho marcas no rosto e nas mãos
Tenho sóis, que revivi mais quentes
Sou uma mulher de propósitos
Me alimento dos ideais e da arte
As quais, atenta, aprendo mais grito
um risco
Uma fala, letra, expressão questionada
Sou eu feliz assim. como acredito
Acredito na clareza do curso, de claras,
águas
E na alegria dos punhos cerrados
sulla fagundes
22-06-2013
sexta-feira, 21 de junho de 2013
MORENA
MORENA
Uma mulher comum
Um corpo de femea
morena
Uma mulher apenas
uma mulher
Mas com digitais
Com vasto pensamento
Alma desigual a tudo
que possa ter visto
Não me tome como ardente
Nem como serena poesia
Sou a direção, que não se
toma
Se segue ao longe
Não irei feri-lo nem ama-lo
Acredito ser acerto falho
E tu, um erro que não irei
cometer
Então parta com teu sentimento
E no assento, da condução, que
possas tomar
Se embriague com a bela moça
ao seu lado
sulla fagundes
Uma mulher comum
Um corpo de femea
morena
Uma mulher apenas
uma mulher
Mas com digitais
Com vasto pensamento
Alma desigual a tudo
que possa ter visto
Não me tome como ardente
Nem como serena poesia
Sou a direção, que não se
toma
Se segue ao longe
Não irei feri-lo nem ama-lo
Acredito ser acerto falho
E tu, um erro que não irei
cometer
Então parta com teu sentimento
E no assento, da condução, que
possas tomar
Se embriague com a bela moça
ao seu lado
sulla fagundes
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