segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

sulla


Sulla- Introdução


Introdução

Encantamento contra o foco
De quem  seria aquelas formas
contra luz?
Encantamento a meia luz,a meia voz
Aparição oscilação gemente

Um vestido lindo transparente
Haveria um lugar onde o sonho a despertar
Traria os ais daquela silhueta
Em um espelho de bazar, quem sabe, ou contra
a parede
Num espremer, reprimido sem desfazer-se

Quando minha camisa partiu seu  vestido
Os sonhos, bordados em vidas antigas
Confusos entre o real, e a real aparição
Por isso, não abri mais os olhos nas madrugadas
Elas introduzem , belas,aparições e seus vestidos
encarnados

sulla fagundes


domingo, 20 de janeiro de 2013

Sulla


Sulla


Publicado em 26/06/2012
Eu parti

Como quem, não somente, sai de cena
Parti como quem volta para si mesma
Arrebentando sonhos
Depurando  condimentos

Eu parti
Me acabei aos pedaços caminhando e ...
juntando  frangalhos dos sonhos
Foi a última janela uma explosão

Tinha opções, escolhas ...
Era o abismo ou alguns barrancos
Durante alguns anos .. fragmentos de
sonhos, me recompunham

Eu parti
Era o fim da jornada, era um total cansaço
Fadados anos, pesando, nas articulações
O amor havia viajado para se refazer
Em ondas de prazeres em férias fatais, estava
exausto daquela espera ...

Eu parti
Assim como a vontade de escrever, e ,nem percebi
Nas lendas urbanas, a mais assustadora
As mentiras as quais já esqueci ...
É ... eu parti já era hora de ir,ao contrario dos
versos..
Fotografo instantes

sulla fagundes


sulla


Me achar

Numa roda de  batuque
Nas saias  rendadas do
meu armário
Num tambor batucado
Num xere girado
Num caboclo em terra
Numa consulta de búzios
Numa lafia pedida
Num pé de vento na serra
Numa brisa que passe
Naquele vendaval que
provocado

sulla fagundes




sábado, 19 de janeiro de 2013

Sulla


Publicado em 21/11/2012
POESIA EM VERSOS

Festa das luzes, rubor dos amantes
Frescor do poeta em luas delirantes
Alegorias, amargas, acabou o carnaval
Chovia em toda poesia era vendaval

As noites dos amantes, se fez derradeira
A sublime lira, o amor tão esperado, faísca
de fogo na palha
Era de vidro o cristal, era brincadeira, fim
de carnaval

Foi-se de repente, a lua dos errantes
Chove hoje o poeta, mocho, de tanta poesia se
fez alegoria
Em sua estrada, nem ao menos a lira, que
entorpecia

sulla fagundes