quarta-feira, 6 de março de 2013

Sulla Verso


Sulla Verso



Verso

Venha verso
Traga consigo a poesia
Aquela que embala meus
dias
Venha verso
Traga contigo a inspiração
Espante o sol mais cedo
Traga mais estrelas que
possa carregar
Traga a lua dos amantes
Aquela dos errantes
Venha verso apaixonado
Te sinto quando adormeço
És o meu mais absoluto
soluço

sulla fagundes



O que importa minha rosa?
Se tuas pétalas abriram fora
da  hora
Se não viram teu verde ... se
foi preciso correr nessa hora

O que importa minha rosa!
E, que tua árvore genealógica
é de grande poesia em versos
Te canto aos quatro canto desta
cidade
Entre os roseirais és rosa manga

O que importa minha rosa?
Se o vendaval não transformou-se
em brisa perfumada
O que importa é que perturbas este
poeta e tantos mais ...

Me importa minha  rosa  é o frisson
da tua espera
A alegria da  chegada atravessando
meus sentidos ...
Trazendo meu riso de criança

A ciranda da moça a espera do namorado
Contigo nas mãos em gestuais trêmulos
Isto me importa  bela  rosa ...
Te espero como no primeiro momento
Neste estado apaixonado minha rosa
Teu nome guardo, Estação Primeira de
Mangueira ....  minha rosa

sulla fagundes
05-03-2013

terça-feira, 5 de março de 2013

Sulla


MINHA ROSA


MINHA ROSA

O que importa minha rosa?
Se tuas pétalas abriram fora
da  hora
Se não viram teu verde ... se
foi preciso correr nessa hora

O que importa minha rosa!
E, que tua árvore genealógica
é de grande poesia em versos
Te canto aos quatro canto desta
cidade
Entre os roseirais és rosa manga

O que importa minha rosa?
Se o vendaval não transformou-se
em brisa perfumada
O que importa é que perturbas este
poeta e tantos mais ...

Me importa minha  rosa  é o frisson
da tua espera
A alegria da  chegada atravessando
meus sentidos ...
Trazendo meu riso de criança

A ciranda da moça a espera do namorado
Contigo nas mãos em gestuais trêmulos
Isto me importa  bela  rosa ...
Te espero como no primeiro momento
Neste estado apaixonado minha rosa
Teu nome guardo, Estação Primeira de
Mangueira ....  minha rosa

sulla fagundes
05-03-2013

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

sulla



ME ACEITE

Me  aceite do meu jeito
Lembre-se de que foi desse jeito,
sem jeito
Que, um dia,  te encantou de um jeito
que te trouxe vida
Me aceite do meu jeito

Deixe, que aos poucos, eu me ajeite
 ágil
Não me desajeite assim, não acho teu
leito  para descrever-te  em versos
Me aceite desse modo desajeitado
Já  viste um poeta  ajeitado?
Se o for, não sonha  inflamado de amor

Me  aceite de  modo que eu me arrume
De modo que eu na poesia, e  somente nela
me ajeite e te açoite
Me  assunte, e veja que mesmo sem jeito,
Arrumo meu jeito de querer, amar, deste
modo  desarrumado como meus cabelos
Sou assim tão inexata, que a paixão nem me
acerta de jeito

sulla fagundes

03-02-2013