sábado, 15 de dezembro de 2012
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
Sulla Fagundes -Poema- Segredo sagrado
SEGREDO SAGRADO
logo na batente da porta
Lia o desejo no seu rosto
a me engolir ...
Logo na chegada
o apetite consumia ambos
Na maioridade da paixão
calados, nos colamos e o amor
que nos embalava
Emanava suores em aromas inigualáveis
Passava o tempo, nem se cabia o calar
Saber, que dia e a hora o tempo corria
Pertencia à aquele homem tudo de mim
o próprio desejo personificado
Na chegada,
logo na porta, vendi o passado,nada mais
importava
Comprei, a preço de ouro, o presente
Não havia futuro apenas os êxtases
comandavam os corpos .., ardendo ...
Morríamos mil vezes ao dia e noites
Nos agasalhávamos ambos. um no outro
Unificados, eramos um uma só dose
Eram corpos que se encaixavam
No apogeu da virilidade ...
Era o meu homem, minha vida, que a morte
lembrou-se de levar...
sulla fagundes
Elba Ramalho - No Som Da Sanfona / Forró da Xenhenhem
PARA TODOS
Hoje é dia de todos
Um rítmo abrasileirado
Até a corte dança
Um dia foi dos demais
hoje, todos dançam demais
Acalorado norestino rítmo
Nesse destino sem fronteiras
Um país, imenso, de tantos sons
e tons
Arrastemos as chilenas e fole
abre ... a sanfonar a alegria de
dançar
Abrem-se os salões e casas de
reboco
o grande Gonzada e sua sanfona
é lembrado aqui
E, canta com os anjos com sua risada
e seu fole de prata
Dia do forró
Está em festa norte , nordeste e onde
o forró conseguir chegar
Aí fica "danado de bom!"
sulla fagundes
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Sulla - Poeta... poeta
POETA ...POETA
Na pior ribanceira
Chega a hora de rolar
Cair do sonho
Acordar e ver que não há
nada, para aliviar a queda
Amortecer, na hora do expurgo
Chegou a hora de chorar
É chegado o momento de olhar
e morrer mais um tanto
Não entrar em coma induzido
Olhar .. constatar que não havia
ninguém lá
O chão se abrindo e sozinho sobre
os espinhos, fazia poesia a única que
que o salva nesses dias
E, sangrava os instantes
Os olhos não eram meigos, mentiram
ao poeta
Eram espelhos do que queria ver ...
Eram versos que queria escrever ...
Chegada a hora boa,
Tentar terminar a poesia, virar páginas
Ardiam os versos na vertente dos olhos
Independente do leitor ...a morte foi
fria
Na farsa do poeta, feriu-se na madrugada
No quarto, o sofrimento de longo alcance
Faz a canção acordar, mudo envelheceu ...
Tem sofrer, no quarto inteiro e embaixo
do travesseiro
Tem solidão para vender, e, lágrimas para
salgar o mar
Se o sal, vier um dia, faltar
sulla fagundes
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Sulla -Segredo sagrado
SEGREDO SAGRADO
logo na batente da porta
Lia o desejo no seu rosto
a me engolir ...
Logo na chegada
o apetite consumia ambos
Na maioridade da paixão
calados, nos colamos e o amor
que nos embalava
Emanava suores em aromas inigualáveis
Passava o tempo nem se cabia o calar
Saber que dia e a hora,o tempo corria
Pertencia à aquele homem tudo de mim
o próprio desejo personificado
Na chegada,
logo na porta, vendi o passado,nada mais
importava
Comprei, a preço de ouro, o presente
Não havia futuro apenas os êxtases
comandava os corpos .., ardendo ...
Morríamos mil vezes ao dia e noites
Nos agasalhávamos ambos. um no outro
Unificados, eramos um uma só dose
Eram corpos que se encaixavam
No apogeu da virilidade ...
Era o meu homem, minha vida, que a morte
lembrou-se de levar...
sulla fagundes
logo na batente da porta
Lia o desejo no seu rosto
a me engolir ...
Logo na chegada
o apetite consumia ambos
Na maioridade da paixão
calados, nos colamos e o amor
que nos embalava
Emanava suores em aromas inigualáveis
Passava o tempo nem se cabia o calar
Saber que dia e a hora,o tempo corria
Pertencia à aquele homem tudo de mim
o próprio desejo personificado
Na chegada,
logo na porta, vendi o passado,nada mais
importava
Comprei, a preço de ouro, o presente
Não havia futuro apenas os êxtases
comandava os corpos .., ardendo ...
Morríamos mil vezes ao dia e noites
Nos agasalhávamos ambos. um no outro
Unificados, eramos um uma só dose
Eram corpos que se encaixavam
No apogeu da virilidade ...
Era o meu homem, minha vida, que a morte
lembrou-se de levar...
sulla fagundes
VERDADEIRO AMAR-JORGE BRITES
VERDADEIRO AMAR
Amar alguém é elevar-se
Ao ponto nobre da vida
É no céu poder tocar-se
É ter paixão garantida
É ter a terra a seus pés
Lutar contra todos os ventos
Poder caminhar nas marés
E gozar todos os momentos
É aproveitar cada sentimento
Com força e encantamento
E de alegria também chorar
É receber e também sorrir
Deixando tudo fluir
Assim é o verdadeiro amar
JORGE BRITES
Partilhando o meu Sorriso
NETUNO NAS SALINAS
NETUNO NAS SALINAS
Mírian Warttusch
Netuno se levanta sobre as ondas, a espiar,
Seu olhar percorre além, depois do mar.
Algo diferente faz chamar sua atenção,
Duas meninas lindas trabalhando em união.
Sol escaldante, areias brancas das salinas,
Parecem não incomodar essas meninas!
Tão doces em contraste com todo esse sal,
Seguem trabalhando de modo jovial.
Como ninfas, ou mesmo pedras preciosas,
Deixam sobre a areia, marcas luminosas.
Apaixonado, Netuno as segue com o olhar
-Dele, elas nem se apercebem, a trabalhar.
Pensa o porquê elas lhe são indiferentes,
E então se aproxima sorrateiramente...
Estende as suas mãos e então as vem roubar,
Tirando-as das areias, levando-as para o mar...
É exatamente assim que nascem as sereias...
Das jovens que Netuno busca nas areias.
Mírian Warttusch
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